sexta-feira, 24 de julho de 2009

Agogamento - Parte II

Afogamento é a sufocação por um fluido, geralmente a água.

A consequência mais importante do afogamento é o encharcamento dos pulmões impedindo a respiração e por isso reduz o nível de oxigénio no sangue, podendo levar a paragem cardíaca.

Cuidados no local:
- Retirar a vítima do local do afogamento;
- Chamar os bombeiros;
- Realizar suporte básico de vida se necessário e tiver formação.
- Não se deve colocar a vítima de cabeça para baixo porque pode vomitar e aspirar o vómito para os pulmões.
A maioria das vítimas de afogamento apresentam hipotermia.

Nota:
Se o afogamento for de origem em desportos aquáticos ou mergulho, as vitimas podem apresentar traumatismo craniano ou da coluna. Deve ser mobilizada em bloco por várias pessoas, se for necessário mobilizá-las, tendo sempre o cuidado de manter alinhado a cabeça com o pescoço e restante corpo.
Deve ser realizado por profissionais para prevenir lesão da cervical.
Recebida por e-mail.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Penela em Actividade...

O Município de Penela está a levar a efeito desde o passado dia 22 Junho o Programa de Férias Desportivas 2009.

Participam este evento um elenco de meia centena de crianças e jovens do concelho, com idades compreendidas entre os 6 e 17 anos, praticando diariamente desporto de forma lúdica em vários locais do concelho, até ao próximo dia 7 de Agosto.

O Projecto que resulta da acção conjunta da Câmara Municipal de Penela, através do seu Gabinete de Desporto em parceria com a Associação de Jovens de Penela, tem como principais objectivos o convívio entre os mais jovens, numa forma saudável de passarem as férias escolares, praticando actividade física de ar livre e de pavilhão, bem como actividades nas piscinas, criando hábitos desportivos na população jovem do Concelho de Penela.

A Formação integral dos jovens, a Dinamização do Associativismo juvenil, a Ocupação dos Tempos Livres através de actividades desportivas, a Animação, através dos jovens, a Descoberta e prática de uma ou mais modalidades desportivas através de acções de iniciação ou de aperfeiçoamento, são algumas das metas que pretendem alcançar com a realização anual deste projecto.

Este grupo de jovens tem semanalmente oportunidade de praticar várias modalidades desportivas tais como: natação, hidroginástica, jogos de água, andebol, voleibol, basquetebol, futsal, ténis, ping-pong, percursos pedestres na Pedra da Ferida e Germanelo, animação na Praia Fluvial da Louçainha e viagens.

Concluímos assim que a Autarquia reforça desta forma mais uma vez, a preocupação que tem com os mais jovens, proporcionando-lhes actividades desportivas, de lazer e educacionais, contribuindo para a boa Formação Cívica e Desportiva destes futuros homens e mulheres do concelho.

Parabéns para a Autarquia e para a Associação de Jovens de Penela pela continuidade desta iniciativa. Para todos os jovens que participam activamente nas actividades propostas, votos de umas Férias Desportivas bem animadas.

Aproveitem bem este evento, "Outros queriam e não têm".

Por: Abcdesporto/C.Fernandes

Prós e Contras do Ácido Láctico.

O ácido Láctico, "ou lático ( do latim lac, lactis, leite), é um composto orgânico de função mista ácido carboxílico - álcool que apresenta a fórmula molecular C3H6O3 e estrutural CH3 - CH ( OH ) - COOH. Participa de vários processos bioquímicos, e o lactato é o sal deste ácido. Pela nomenclatura IUPAC, é conhecido como ácido 2-hidroxi-propanóico ou ácido α-hidroxi-propanóico", sendo um produto final do metabolismo anaeróbio.

À medida que aumentamos a intensidade do trabalho cardiovascular, aumenta a produção de lactato no músculo, produzindo acidez e fadiga, diminuindo o rendimento. Estas reacções metabólicas sucedem de forma muito significativa em pessoas sedentárias que começam um programa de treino ou em desportistas que não trabalham em intensidades elevadas.

Por isso, sempre se pensou que o aumento do lactato no músculo deveria ser evitado a todo o custo. No entanto, investigações recentes demonstraram como em pessoas treinadas algumas células podem reutilizar o lactato para voltar a obter energia utilizando-se através da glucólise anaeróbia. Sem dúvida que isto deixa as portas abertas a novas investigações sobre a reutilização do lactato.

Por: Abcdesporto/C.Fernandes

sábado, 18 de julho de 2009

Não Há Condições Para a Prática Desportiva Juvenil.

Os pais dos futebolistas juvenis da Naval 1º de Maio decidiram hoje - (18/07/2009) proibir os filhos de representar o clube em provas oficiais, contestando desta forma as deficientes condições do campo de terra batida, o único do campeonato nacional.

Numa carta dirigida à Direcção do Clube, que milita na Liga Principal, os pais exigem ver analisado e satisfeito um conjunto de “elementares” reivindicações relativas às condições de treino, jogo, transporte e tratamentos médicos, até ao início da época, proximo dia 23 de Agosto.

Caso contrário, não irão autorizar os seus filhos a jogar em representação da Naval 1º de Maio em qualquer prova oficial, garantem.

Os pais alegam, entre outras situações, que o chamado campo de treinos da Naval, anexo ao Estádio Municipal José Bento Pessoa, “não reúne as condições mínimas para a prática desportiva”.

“Pela dureza do campo, pela poeira que torna o ar irrespirável, pela quantidade de pedras soltas existentes e irregularidades no piso, que tantas lesões têm causado”, justificam.

Na carta, os pais acrescentam que não vão autorizar os filhos a voltar para casa sem tomar banho após um treino que termina às 21h:30m e classificam “recorrente” a alegada inexistência de água quente para todos os atletas.

Classificam de “inadmissível” que a equipa de juvenis “sinta a sua competitividade desportiva diminuída” por não ter condições de treino e jogo “semelhantes às dos seus adversários".

“Não autorizamos que os nossos filhos se envergonhem de ser a única equipa da Série C do Campeonato Nacional de juvenis [nos adversários incluem-se o Benfica, Sporting ou Belenenses, entre outros] que joga num campo de terra batida”, sustentam.

Exigem a viabilização, a tempo do início da próxima época, da utilização para treino e jogo “de um campo relvado natural ou sintético, com balneários adequados à prática desportiva” e frisam que o Concelho da Figueira da Foz possui campos de futebol com as condições pretendidas.

Hoje, na apresentação formal da equipa, realizada nas instalações da Naval, os pais substituíram os filhos - a maioria dos jogadores não compareceu - e entregaram a carta dirigida à Direcção do Clube.

A carta foi entregue ao Coordenador do Futebol Juvenil, - José Carlos, que em Maio anunciou a intenção de se demitir do cargo face à falta de condições proporcionadas aos atletas dos escalões de formação.

[A Naval] deve ser um caso único no futebol da Europa. Tem todas as equipas no escalão máximo e não tem campo”, desabafou.

Mantendo a intenção de abandonar o cargo, o coordenador disse ter continuado para preparar o início da época e colocar “o comboio em andamento”.

“Quando estiver em andamento saio, se as condições que pedi [e que os pais também reivindicam] não forem aceites”, revelou.

Apesar da falta de condições suscitada pelos pais, os jovens vão iniciar os treinos, segunda-feira, num campo de terra batida na Cova-Gala, margem esquerda do Mondego.

“Ainda assim, tem melhores condições do que o campo de treinos da Naval”, disse Carlos Moita, secundado por um dos seccionistas da equipa: “Não queremos prejudicar a época dos miúdos, o nosso grande problema é os nossos filhos quererem jogar futebol”.

A Agência Lusa tentou ouvir Joaquim Parente, vice-presidente da Naval para o Futebol de Formação, mas os contactos revelaram-se infrutíferos.

Recebida por e-mail (Fonte: Lusa)

Futebol de Sete

Situação de Ensino/Aprendizagem

Objectivo Operacional: Descentração da Atenção sobre a Bola.

Espaço: Rectangular (20X10 metros).

Grupos: 3 atletas com uma bola.

Desenvolvimento: O atleta A sai em condução da bola desde uma extremidade do campo devendo frequentemente elevar o tronco e a cabeça de modo a poder observar o seu colega B que se encontra à sua frente a uma distancia aproximada de 20 metros e olhar na direcção das suas mãos, tentando adivinhar o numero de dedos que este vai levantando Ex: 2, 3, 5, …, … comunicando-o em voz alta. Quando o atleta A chegar perto do B, endossa-lhe a bola, ocupando a sua posição e o atleta B faz o percurso inverso em direcção a C e assim sucessivamente.

Objectivo Principal: Vence aquele que em 6 tentativas tiver acertado o maior número de vezes nos dedos elevados pelo colega.

Bons Treinos...

Por: Abcdesporto/C.Fernandes

terça-feira, 14 de julho de 2009

As Fases do Afogamento…

O afogamento caracteriza-se por uma P.C.R. (Paragem Cardio – Respiratória) num meio fluído, geralmente o meio aquático. A consequência imediata da imersão será a paragem ventilatória e num segundo momento, passa-se à paragem cardíaca.

O afogamento por asfixia, é um dos tipos mais frequentes no meio aquático. Nesta situação ocorre uma aspiração de água. Vulgarmente acontece em pessoas que não dominam o meio aquático.

Numa situação deste género a vítima passa por cinco fases:

1ª FASE DA SURPRESA – momento em que o corpo contacta com a água. No caso da água se encontrar abaixo da temperatura termoneutra, existe uma inspiração inicial profunda, devido ao choque térmico. Ao sentir a massa de água, o indivíduo em causa tende em ficar em apneia inspiratória. Por vezes, a vítima ao tomar consciência da situação, adopta a posição de medusa, enquanto reflexo de defesa. Esta fase tem uma duração aproximada de cinco segundos.

2ª FASE DE APNEIA – Pouco a pouco os alvéolos libertam subprodutos carbónicos e consomem o oxigénio. Existe um cerrar violento da boca e do nariz, evitando a entrada da água. Por intervalos curtos e regulares existe a abertura das vias aéreas para expulsar o ar. Tendem a surgir sensações subjectivas como vertigens, zumbidos e sensação de angústia. A vítima procura desesperadamente mover-se para se manter à superfície. Esta fase tem uma duração de sensivelmente um minuto.

3ª FASE DE DISPNEIA – o indivíduo não tem capacidade para se manter mais tempo sem ventilar. Segue-se uma fase de dispneia. Em parte devido aos subprodutos carbónicos libertados pelos alvéolos, em parte, pela entrada de água para o sistema respiratório. Surgem fenómenos como a elevação da pressão arterial, taquicardia, dilatação das pupilas, movimentos peristálticos intestinais e relaxamento dos esfíncteres. Esta fase durará cerca de trinta a quarenta e cinco segundos.

4ª FASE DE CONVULÇÔES ASFÍCTICAS – a função respiratória cessa por completo e ocorre a inundação dos pulmões. Estamos perante uma intoxicação devido ao excesso de subprodutos carbónicos, provocando irritação ao sistema nervoso e por consequência surgem as convulsões. Simultaneamente ocorre a perda de consciência e a imersão total do corpo, num estado de total relaxamento. A fase terá uma duração variável entre os trinta e os quarenta segundos.

5ª FASE TERMINAL – a boca abre-se e o corpo assume uma posição próxima da fetal. Ocorre a Paragem Cardíaca. A morte surge pouco tempo depois, mais propriamente, quando as reservas de oxigénio disponíveis para as células cerebrais se esgotarem. Esse oxigénio tem origem principalmente no ar residual existente no organismo. A última fase tem uma duração entre um a três minutos, dependendo do ar residual existente no organismo da vítima.

A resposta fisiologia do organismo ao afogamento em água doce ou salgada é diferente, tendo em conta a homeostasia do meio líquido ser diferente, em função da sua salinidade. Com tudo, do ponto de vista do Suporte Básico de Vida, os procedimentos são os mesmos.

Por Abcdesporto/C.Fernandes

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Futebol Vs Gripe A

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) tem um plano de contingência para os jogos da selecção portuguesa, em virtude da gripe A, adiantou hoje à Agência Lusa fonte do organismo.

De acordo com a mesma fonte, o departamento médico tem estado a analisar atentamente a evolução da doença e já definiu um plano de contingência para a selecção portuguesa, que inclui protocolos com instituições hospitalares e clínicas, de forma a isolar qualquer caso que possa surgir.

Além do plano de contingência, o departamento médico já definiu um plano terapêutico, que passa pelo reforço dos medicamentos para combater a gripe A.

A FPF definiu também um plano preventivo, tendo já informado todos os sócios do organismo sobre as medidas de precaução a tomar para impedir a propagação do vírus H1N1.


Recebida por e-mail